Será o inicio da Terceira guerra mundial?
Conflito entre Israel E Palestina
Hoje quinta feira dia 25/10/2023
O conflito entre Israel e o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, tem sido uma questão complexa e contínua.
O grupo palestino Hamas lançou um ataque surpresa a Israel em 7 de outubro, matando mais de 1.400 pessoas e capturando reféns. Israel reagiu com bombardeios que já mataram mais de 4.000 pessoas.
Israel deu um ultimato aos moradores no norte da Faixa de Gaza para se deslocarem para o sul do território. No entanto, muitas pessoas já deixaram suas casas.
O governo israelense deslocou dezenas de milhares de soldados para sua fronteira com Gaza, juntamente com tanques e artilharia. Um dos principais alvos é o vasto labirinto de túneis subterrâneos do Hamas.
A pesquisa publicada pelo Jerusalem Post diz que 56% dos israelenses querem que Netanyahu renuncie depois do conflito com o Hamas.
Lula lamentou a morte de crianças no conflito e disse que falta 'estabilidade psicológica’.
Os esforços internacionais para resolver o conflito entre o Hamas e Israel são complexos e contínuos.
O Brasil, que atualmente preside o Conselho de Segurança da ONU, convocou uma reunião de emergência do órgão. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, expressou seu repúdio aos ataques e afirmou que o Brasil se juntará aos esforços para que o conflito cesse de imediato e em definitivo.
Diversas tentativas internacionais para fechar acordos de paz na região fracassaram. O impasse persiste, pois o Hamas não reconhece Israel como um Estado e reivindica o território israelense para a Palestina.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a ONU têm expressado preocupação com as consequências humanitárias devastadoras do conflito.
Os Estados Unidos vetou a proposta do Brasil para uma resolução no Conselho de Segurança da ONU sobre a guerra entre Israel e Hamas
A proposta brasileira pedia por uma pausa humanitária no conflito para a entrada da ajuda humanitária na Faixa de Gaza. O projeto previa pausas humanitárias no confronto e condenação dos ataques terroristas. No entanto, os EUA vetou a proposta, de forma isolada.
Doze países votaram a favor da proposta brasileira, entre eles China, França e Emirados Árabes Unidos. Dois países, Rússia e Reino Unido, se abstiveram na votação. Portanto, os Estados Unidos foi o único país que vetou a proposta.
A posição da ONU sobre o conflito entre Gaza e Israel é complexa e multifacetada. Aqui estão alguns pontos-chave com base nas informações mais recentes:
A ONU condenou inequivocamente a violência direcionada a civis em Israel e os ataques violentos e indiscriminados contra civis palestinos em Gaza.
A ONU também condenou os crimes horríveis cometidos pelo Hamas, incluindo o assassinato e a tomada de reféns de civis inocentes.
A ONU expressou preocupação com relatos de que jornalistas e trabalhadores da mídia que relatam o conflito foram alvo, com sete jornalistas e trabalhadores da mídia palestinos supostamente mortos em ataques aéreos israelenses.
A ONU também condenou os ataques militares indiscriminados de Israel contra o já exausto povo palestino de Gaza.
O Conselho de Segurança da ONU interveio na crise de Gaza com uma resolução liderada pela Rússia pedindo um cessar-fogo humanitário, mas foi votada contra.
Apesar disso, os esforços diplomáticos estão em pleno andamento, pois os embaixadores se preparam para considerar outro texto sobre a crise sem precedentes.
O Conselho de Segurança da ONU tentou intervir na crise em Gaza com uma resolução liderada pela Rússia que pedia um cessar-fogo humanitário. No entanto, a resolução foi rejeitada. A resolução recebeu cinco votos a favor (China, Gabão, Moçambique, Rússia e Emirados Árabes Unidos) e quatro contra (França, Japão, Reino Unido e Estados Unidos), com seis abstenções (Albânia, Brasil, Equador, Gana, Malta e Suíça).
Antes da votação, duas emendas propostas pela Rússia, pedindo um cessar-fogo imediato, durável e completo e para parar os ataques contra civis foram rejeitadas pelo Conselho de Segurança.
Apesar disso, os esforços diplomáticos estão em pleno andamento, pois os embaixadores se preparam para considerar outro texto sobre a crise sem precedentes.
As emendas propostas pela Rússia ao Conselho de Segurança da ONU foram rejeitadas porque não obtiveram o número necessário de votos. As emendas propostas pela Rússia pediam um cessar-fogo humanitário imediato, durável e completo, e para parar os ataques contra civis.
O embaixador russo Vassily Nebenzia disse que “o tempo para metáforas diplomáticas acabou” e que qualquer um que não apoiasse a resolução proposta pela Rússia sobre esta questão seria responsável pelo que acontecesse. Ele também mencionou que o projeto atual “não tem um chamado claro para um cessar-fogo” e "não ajudará a parar o derramamento de sangue".
Ele disse que as emendas da Rússia propunham um apelo para acabar com os ataques indiscriminados contra civis e infraestrutura em Gaza e a condenação da imposição do bloqueio no enclave; e adicionando um novo ponto para um apelo por um cessar-fogo humanitário. “Se estes não forem incluídos no projeto atual, ele não ajudará a resolver a situação humana em Gaza e polarizará as posições da comunidade internacional”, disse ele.
Para obter as informações mais atualizadas, recomendo verificar diretamente com as fontes oficiais da ONU.
O conflito em Gaza, que começou em 20 de outubro de 2023, é um dos fatores que contribuem para o aumento da tensão global e o risco de uma terceira guerra mundial. O conflito é entre Israel e o Hamas, um grupo militante palestino que controla a Faixa de Gaza.
A escalada da violência em Gaza tem levado a uma série de alinhamentos entre os países. O Japão, por exemplo, se aliou aos Estados Unidos e à União Europeia na condenação dos ataques do Hamas. A Rússia, por outro lado, tem apoiado o Hamas, assim como a China e a Coreia do Norte.
A guerra na Ucrânia também é um fator que contribui para a tensão global. A Rússia, que invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, é aliada da China e da Coreia do Norte. Os Estados Unidos e a União Europeia, que apoiam a Ucrânia, também estão envolvidos no conflito de Gaza.
O aumento da tensão global é um motivo de preocupação para muitos especialistas. Eles acreditam que há um risco real de uma terceira guerra mundial, especialmente se o conflito em Gaza ou a guerra na Ucrânia se agravarem.

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